201117jan
A organização na oficina de lanternagem
Postado por: | Categorias: Organização
Fui convidada para trabalhar em uma oficina de lanternagem como gerente, mas falta organização. Gostaria que vocês me dessem uma orientação, pois há uma grande desorganização.
Aguardo contato
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Recebemos este e-mail e aqui vai uma ajuda:
Fazer o Empretec vai sem dúvida desenvolver suas capacidades de empreendedor.
Para uma consultoria, a empresa pode ir a um posto do Sebrae e agendar uma consultoria sobre métodos de organização em oficinas mecânicas, que passam por processos e capacitação de empregados.
Enquanto isso, sugerimos a leitura do post Oficina mecânica. Como ter lucro? no blog Mundo Sebrae. Leia e participe das discussões.
Você também pode se inscrever no programa de orientação empresarial, gratuito, on line Negócio Certo e nos cursos gerenciais Análise e planejamento financeiro e Venda mais e melhor para aprender conceitos e técnicas de gestão empresarial para aplicar na oficina.
201022nov
A janela de oportunidades
Postado por: | Categorias: Oportunidades Palestras
Olimpíadas e Copa do Mundo devem ser aproveitados como oportunidade para repensar políticas públicas para o País, propõe o economista André Urani
A Copa do Mundo em 2014, que será disputada em 12 capitais brasileiras, e as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro, representam “uma enorme possibilidade para repensar e consolidar novas maneiras de fazer políticas públicas, com maior participação do setor privado e a consolidação de uma agenda para os próximos anos”. A perspectiva foi defendida pelo economista André Urani, diretor do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade.
A palestra ‘Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016 – Oportunidades Empresariais’, foi a última apresentada no XIV Encontro Internacional de Empreendedores, na semana passada no Rio de Janeiro.
Barcelona foi citada como o exemplo mais emblemático de reinveção. Depois das Olimpíadas de 1992, a cidade aproveitou o know how na organização dos jogos para sair da estagnação e se firmar como importante polo cultural. Mas Urani também citou sua cidade natal, Turim, que abriu novas alternativas, e Nova York, que venceu uma grave crise econômica.
Para o economista, as Olimpíadas, por exemplo, são uma grande chance, mas não se pode repetir erros que cometidos nos Jogos Pan Americanos, quando grandes estruturas foram construídas e não são mais usadas, como o parque aquático e o velódromo.
O economista defendeu uma revitalização urbana de forma ordenada e conseqüente que privilegie o bem estar dos cidadãos, e uma ocupação que incorpore conceitos de sustentabilidade. Como exemplo, ele citou Londres, que está projetando estruturas desmontáveis, incluindo o estádio que vai sediar a abertura dos Jogos.
“As oportunidades que surgem agora são valiosas porque podem ser o ponto de partida para um pacto estruturante de desenvolvimento em que políticas poderão ser definidas para os próximos anos. Precisamos deixar de vender commodities para vender idéias, inovações, conceitos. Este é o exemplo de um legado importante”, reforçou Urani.
Por Regina Mamede, Agência Sebrae de Notícias
201002ago
Encontro no Mato Grosso do Sul: a arte de empreender
Postado por: | Categorias: Eventos
O Encontro dos Empretecos aconteceu durante a Feira do Empreendedor no Mato Grosso do Sul – edição 2010, no dia 23 de julho, com o tema “A arte de empreender”.
O evento atingiu mais de 170 participantes das 200 vagas disponíveis e contou com a apresentação de dois casos de sucesso: o primeiro na área empresarial e segundo na área social, além da palestra de encerramento.
A abertura ocorreu com a fala de Enio Pinto, gerente da área de Atendimento Individual do Sebrae Nacional, que contextualizou sobre o programa Empretec no Brasil e em outros países. Com dados e indicadores de empreendedorismo, Enio mostrou o impacto do seminário frente às empresas que participam, promovendo assim maior condição de sobrevivência e expansão.
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Empreendedorismo social: na foto Laís Dória e Enio Pinto.
Enio também atuou como moderador na apresentação do caso de sucesso sobre empreendedorismo social da ONG Casa de Ensaio e debateu com o casal Laís Dória e Artur Monteiro de Barros – empretecos fundadores da ONG que atua com jovens na área de artística e educacional.
Do caso de sucesso empresarial o empreteco Renato Santos, sócio-proprietário da Traço Logística, narrou a sua trajetória e a dimensão que a empresa tomou.
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Logistíca e tecnologia: a apresentação de Renato Santos
A Traço Digital atua nas áreas de logística e tecnologia, em diversas cidades do Brasil e também em Luanda (Angola). Foi a empresa responsável pela implantação do primeiro case de delivery para a rede McDonald’s no Brasil (“McEntrega”), com origem em Goiânia e expansão para todo o Brasil e também para outros países.
Dentre os depoimentos dos participantes, a empreteca Isabel Doering Muxfeldt (empresa Jóias do Pantanal) comentou “Valeu! Muitas coisas que eu precisa ouvir, encontrei aqui no evento, foi muito útil para mim”.
O empreteco Ademar Angelo de Carvalho acrescentou “ O evento foi completo, gostei de tudo, precisamos repetir”.
Por fim, a palestra de encerramento “A arte de Empreender”, com o empresário Caíto Maia, proprietário da rede de acessórios Chilli Beans, atualmente com mais de 200 endereços no Brasil e pontos em outros países.
Na avaliação da coordenadora do Sebrae no Mato Grosso do Sul, Viviane Bastos, “a realização do Encontro de Empretecos foi extremamente válida, especialmente porque oportunizamos a revitalização de conceitos que o Empretec apresenta, além de apresentar exemplos exitosos da prática dos comportamentos empreendedores. Temos sim a intenção continuar promovendo eventos como este, buscando agregar conhecimento e estímulo ao fortalecimento da cultura empreendedora”.
201022abr
Obrigado, Sandro
Postado por: | Categorias: História
O Sandro estava escrevendo o manual do instrutor e do participante, junto com Adriana Gontijo. E, quando o convidei, ele me disse que essa era uma das maiores alegrias da vida dele.
Quem conviveu com ele conhece sua relação de amor com o Empretec.
Carla Virginia Rosal Lima Costa
Resta-nos seguir seu legado. Nós do Amazonas devemos muitíssimo a ele, em especial na formação da nossa equipe no Seminário 6D.
Maria José Alves da Silva, Zezé.
No meu primeiro contato com Sandro em Goiânia logo percebi a paixão que tinha pelo trabalho que realizava e pela vida. Tenho certeza que as sementes plantadas por ele aqui nesta vida continuarão dando frutos por muito tempo.
Ninete Maria Pereira
Tive a oportunidade de trabalhar algumas vezes com Sandro nos seminários do Empretec na Bahia. Lembro de uma dessas vezes em que se dispôs a vir para um seminário e, por conta própria, aguardar um outro seminário em outro município, o que nos ajudou a resolver uma grande dificuldade que tínhamos na ocasião. Esse fato retrata um pouquinho do profissional comprometido, dedicado e extremamente competente. É uma perda imensa e o sentimento é de grande tristeza.
Jacqueline Baqueiro
Sandro é um dos profissionais que compõem a história do Empretec. Fica a lembrança e o exemplo de amor a este projeto.
Viviane Alderete da Rocha Bastos
201019abr
O Empretec deve tanto a Sandro Morales
Postado por: | Categorias: Metodologia
Por Renato Santos (raosantos@uol.com.br)
MadMorales é o nick no MSN. Ao lado da foto alegre, mas cansada pelo transplante de fígado, a frase explica o agora permanente status off-line: “No estaleiro para reparos”.
O navio foi reparado e partiu a singrar mares que nós, aqui da Terra metafórica e literal, apenas imaginamos.
Conheci Sandro Morales em 95, no início do meu trabalho no Empretec, em evento em São Paulo. Ele, um de dois pioneiros do Programa no Brasil e eu, trainee sem experiência.
Ouvi sobre ele no meu processo de credenciamento: “Rígido”; “trator”; “conhece o Programa por dentro”; “exigente” e outros adjetivos, justos ou não, que inicialmente o definiram para mim.
Isso até 2003, quando nos encontramos na Guiana, primeira experiência internacional no Empretec para ambos. Ele, confiante na competência e desconfiado do inglês; eu, o contrário. A parceria funcionou e à simpatia desperta ali se somou a convivência, fruto de projetos ora derivados de ideias comuns, ora das demandas do Programa.
Entre os que pensam o Empretec no Brasil e no mundo, há quem se dedique a entender a psicologia do empreendedorismo; quem enxergue o programa como um produto e trate de vendê-lo; os que o disseminam mundo afora; os que medem seus resultados; os que querem modernizá-lo; os que querem preservá-lo; os que o defendem e os que o atacam; e por aí vai.
Sandro não foi nenhum desses tipos.
Doutor em empreendedorismo, tornou-se guardião do método. Não da metodologia, de cuja modernização foi defensor, mas do método mesmo.
Sistemático e quase arrogante como os gênios, obcecado pelo rigor científico da análise e crítico de opiniões empíricas. Prezou pelo uso dos caminhos metodológicos corretos, sempre. Esse rigor (por vezes criticado pelos sem-doutorado) garantiu entre outras a aprovação da versão Empretec 6D internacionalmente, quando assegurou a prova estatística de que as duas versões do seminário – 6D e 9D – atingiam os mesmos resultados: contra fatos não há argumentos.
Dono de humor sofisticado – suas piadas eram testes de QI, riam apenas os inteligentes. Improvável motociclista chopper. Bom cozinheiro, atestam os que provaram sua paella ou camarão oferecidos em casa, na bela Florianópolis. Jeitão de Professor Pardal. E incansável garimpeiro dos livros e autores que fizeram a história do Seminário Empretec, ajudando-nos todos a entender de onde vieram as 10 CCEs.
No Skype, a frase ao lado do seu perfil é “Nóis tropica mais num cai!”. Você não caiu, amigo, com toda certeza. Que os mestres que você admira e que tanto lhe inspiraram o tenham recebido bem na sua nova morada.
201031mar
Joice Roncaglio, da Queijo & Cia, acredita no aperfeiçoamento constante
Postado por: | Categorias: Depoimentos

O Empretec nos fez ficar atentos à necessidade constante de realizar planejamento e definir metas para chegar lá
No primeiro dia em que a padaria Queijo & Cia abriu as portas, em Foz do Iguaçu, oeste do Paraná, 26 pães foram vendidos. Hoje são 3,3 mil pães ao dia em apenas uma das duas unidades.
Como o salto foi possível?
A resposta está no empenho e na dedicação da empresária Joice Roncaglio, que identificou no aperfeiçoamento constante a receita para multiplicar a lucratividade.
Joice abriu a Queijo & Cia em 1996. Desde então, conquistou reconhecimento e prêmios, um deles conferido pelo Sebrae Nacional, em 2004, a mulheres que são exemplos de empreendedorismo e que lhe rendeu uma viagem à Suíça, onde participou de um encontro mundial com empresárias.
A história de Joice Roncaglio ainda foi tema de publicações, que ilustraram as suas dificuldades e conquistas na gestão de um pequeno empreendimento.
O primeiro negócio não deu certo
Uma vitória para a empresária que, até 1995, administrava uma confecção em Chopinzinho, no sudoeste do Paraná, e que viu seu negócio ir à falência. “Na época, tive que vender coisas da minha casa para pagar as dívidas”, lembra.
Depois do impacto de fechar a confecção e quitar as dívidas, a empresária foi morar em Foz. Na cidade, passou a produzir pães e bolos, que eram vendidos na vizinhança do bairro onde morava. A clientela começou a aumentar e ela decidiu montar a própria padaria.

Joice Roncaglio procurou o Sebrae em busca de orientação e levou também funcionários para participar de cursos e palestras
Algumas dificuldades marcaram o início do negócio mas, com o tempo, a empresa começou a crescer e Joice Roncaglio passou a sentir a necessidade de buscar apoio para gerenciar com mais eficiência o empreendimento.
“Procurei o Sebrae para buscar orientação. Eu levava, também, meus funcionários para participar de cursos e palestras”, diz a empresária.
O Empretec foi “um antídoto para todas as dores da empresa. Eu enfrentava alguns problemas que não estava conseguindo administrar. O Empretec me fez acreditar no meu negócio. Além disso, me ajudou a lapidar minhas técnicas de administração. Eu aprendia, aplicava e via os resultados e isso me motivava muito”, observa a empresária, que participou do curso em 2001.
Das orientações recebidas, Joice Roncaglio destaca que participar do Empretec foi importante para que ela ficasse atenta à necessidade constante de realizar planejamento e definir metas. A partir de 2003, a empresária começou um processo de reformas na padaria para ampliar o negócio.
Em 2005, deu início ao planejamento de uma filial da Queijos e Cia, que só foi inaugurada em 2009. “O Empretec te ajuda a ampliar a visão do seu negócio”, ressalta.
Hoje, a empresa emprega 82 funcionários e oferece uma ampla variedade de produtos, na venda direta e servindo café da manhã, almoço e jantar. “Também fazemos eventos coorporativos, o que corresponde a 22,5% de todo nosso faturamento”.
Joice, que passou pelo difícil momento de administrar uma falência, encontrou nas soluções oferecidas pelo Sebrae/PR, como o Empretec, apoio para recomeçar a sua trajetória empresarial.
Hoje colhe os frutos de investir em uma gestão focada em resultados e já administra duas unidades da Queijos & Cia. “Para cada pessoa que está começando uma empresa ou que tem uma empresa eu recomendo que procure o Sebrae e faça o Empretec”, completa.














